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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ações sociais voluntárias e os Caçadores da Alegria

Quem nunca se sentiu mais um em meio à multidão no corre-corre do dia a dia? Em todo momento somos surpreendidos por pedintes nos ônibus, nas praças dos shoppings, na porta do nosso trabalho ou na calçada em frente as nossas casas. Não há mais onde esconder essa cruel realidade.

São adultos, idosos, crianças, homens e mulheres necessitados de ajuda em diversos aspectos, desde a fome até o trato de doenças, graves ou não. Além é claro de pedirem apoio, carinho, minutos de atenção, para quê por um curto espaço de tempo possam se sentir seres humanos integrados na sociedade, assim como nós, enquanto trabalhadores, estudantes, donas ou donos de casa, pais e mães de família.

Baseado nesse pensamento, busquei informações sobre uma atividade muito comentada há anos atrás e esquecida rapidamente: o voluntariado. Atividade que em resumo significa, por espontânea vontade e de forma não remunerada, dedicar parte de seu tempo para fazer o bem a quem quer que seja, potencializando na maioria das vezes suas principais habilidades, sejam pessoais, profissionais ou artísticas.

As razões para esse comprometimento podem ser muitas: de cunho social, pessoal ou religioso. Uma iniciativa com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento social de um grupo, uma região; uma ação motivada por um intuito altruísta pessoal como agente ativo dentro da sociedade; ou ainda uma atividade com perspectiva espiritual, como uma missão enquanto parte de um desenvolvimento em busca de um plano superior.

No final das contas o que resta e importa de fato é a possibilidade de ajudar, onde falha o governo, visto que, são necessidades básicas que deveriam ser oferecidas pelo mesmo. Contudo algumas instituições sem fins lucrativos, conhecidas como ONGs, existem por toda a cidade do Salvador, ajudando essas pessoas esquecidas onde um simples olhar sobre suas tristes realidades já pode significar muito para elas e para nós mesmos. Assim como para mim fez-se necessário escrever sobre esse tema.

Particularmente conheci através de um amigo o trabalho dos Caçadores da Alegria, um grupo que a pouco mais de dois anos, tem o objetivo despretensioso de levar um sorriso para qualquer lugar onde ele seja necessário. Não vinculado a uma instituição especifica, os Caçadores, periodicamente fazem visitas e levam performances de palhaços, musicais, teatrinhos, doações, cores, vida e carinho aos olhos de crianças, adultos e idosos.

Asilo São Lazaro, NACCI (Casa de Apoio a Criança com Câncer), Casa São Francisco de Assis, Minha Vó Flor, Orfanato Mãe Nildete dentre tantas outras entidades carentes estão na lista desse grupo de verdadeiros cidadãos.

“Pelo simples prazer de oferecer aos outros um pouco de nossa alegria e fazer com que, seja qual for o problema pelo qual essas pessoas estejam passando, ele fique menor diante do sorriso que elas podem dar”, afirma Jr. Oliver um dos participantes do grupo, como sendo a principal razão de ser um voluntário.

Para ele o voluntariado vai além de uma satisfação pessoal. “Com o voluntariado você se sente integrando esse mundo, deixando um legado na vida de outras pessoas e as fazendo se sentir importantes e fortes nos momentos mais difíceis”.



Para maiores informações sobre os Caçadores da Alegria, apoio, doações ou sobre as instituições citadas no texto, contatos com Jr Oliver através do e-mail: cacadoresdaalegria@hotmail.com



1 comentários:

Anônimo disse...

Rafa obrigado pelas palavras e pela força!

 
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